52 livros

livros

muitos livros

Salve!

Ano passado, também conhecido como 2011, assim sem mais nem menos resolvi anotar os livros que eu estava lendo.
Primeiro pra lembrar tudo que eu li, porque a memória não é lá uma brastemp, e também porque percebi que estava lendo num ritmo bem agradável e pensei que manter a contagem me faria cumprir um objetivo: ler 52 livros no ano.
Por que 52, perguntaria o incauto apedeuta desinformado?
Ora, porque o ano tem 52 semanas.
A ideia toda era justamente essa. Ler um livro, em média, por semana. E li. Até mais.
Não foram tratados complexos, obras filosóficas, autores clássicos consagrados.
Foram livros.
Alguns muito bons, outros dispensáveis.
Mas todos com aquela característica marcante de serem palavras organizadas de maneira coerente numa folha de papel (até porque eu ainda não entrei na era do livro eletrônico. Se quiser me dar um kindle de presente, fique a vontade).
Foi bem bacana. Sempre tive hábito de ler, mas ler como metas de alguma forma melhorou minha relação com os livros. Consegui ler tudo isso sem mudar demais minha rotina, consegui continuar vendo séries e filmes, saindo com os amigos, jogando joguinhos e RPG e mantendo uma vida social bacana sem muitos problemas.

Pra 2012 não sei se vou manter a meta de 52, mas quero ler mais livros em inglês e mais obras clássicas e consagradas (alternadas com a ficção e fantasia arroz com feijão, é claro).

Se quiserem dar recomendações de títulos é só escrever aí embaixo nos comentários.

Então, sem mais delongas, a lista do que eu li em 2011:

  1. The kane chronicles – volume 1 – Pirâmide Vermelha
  2. Artemis Flow
  3. Crepúsculo
  4. Amanhã – volume 5 – Vingança em chamas
  5. A batalha do apocalipse
  6. O Apanhador no campo de centeio
  7. O Chalaça
  8. Rangers – A ordem dos arqueiros – volume 4 – Folha de Carvalho
  9. Rangers – A ordem dos arqueiros – volume 7 – O Resgate de Erak
  10. Rangers – A ordem dos arqueiros – volume 5 – Feiticeiro do Norte
  11. Rangers – A ordem dos arqueiros – volume 6 – Cerco em Macindaw
  12. Artemis Flow – Uma aventura no ártico
  13. Artemis Flow – O código eterno
  14. Artemis Flow – A vingança de Opala
  15. Artemis Flow – A Colonia Perdida
  16. Artemis Flow – O paradoxo do tempo
  17. O Livro do Cemitério
  18. O Guia de Sobrevivência a Zumbis
  19. 1984
  20. Cronicas do Gelo e Fogo – volume 1 – A Guerra dos Tronos
  21. Cronicas do Gelo e Fogo – volume 2 – A Fúria dos Reis
  22. Genio do Mal
  23. Livros de Sangue 1
  24. Livros de Sangue 2
  25. O Senhor da Foice
  26. Os Heróis do Olimpo – volume 1 – O Herói Perdido
  27. The 39 Clues – Livro 2 – Uma Nota Errada
  28. A saga Crepúsculo – Lua Nova
  29. A saga Crepúsculo – Eclipse
  30. A saga Crepúsculo – Amanhecer
  31. Quando as Bruxas Viajam
  32. Stardust
  33. -Faust- Eric
  34. A cruzada do ouro
  35. Guardas! Guardas!
  36. Os Filhos de Anansi
  37. O Hobbit
  38. Cronicas de Tormenta
  39. Coraline
  40. Amanhã – volume 6 – Quem tem medo da noite
  41. Amanhã – volume 7 – O outro lado do amanhecer
  42. O Fabuloso Maurício e seus Roedores Letrados
  43. Fumaça e Espelhos
  44. Fundação
  45. Fundação e Império
  46. Segunda Fundação
  47. A magia de holy wood
  48. Estranhas irmãs
  49. Prelude to foundation
  50. O Misterioso Caso de Styles
  51. Os primeiros casos de Poirot
  52. Dexter – A Mão Esquerda de Deus
  53. The kane chronicles – volume 2 – O Trono de Fogo
  54. The 39 Clues – Livro 3 – O Ladrão de Espadas

IQ Versus Religiosity

or: “Correlation does not imply causation”

Descobri hoje um blog bem bacana com comics, chamado Calamities of Nature e dei de cara com esse gráfico aqui embaixo.
Claro, comecemos por não levar tirinhas muito a sério, mas dá pra desenvolver e pensar em algumas coisas.
Como bônus, o sempre ótimo XKCD com uma tirinha sobre correlação.

A chart summarizing how IQ correlates with religiosity, both for countries and individual US states.

"A chart summarizing how IQ correlates with religiosity, both for countries and individual US states."

“Before it’s written a hundred times in the comments, please note that I realize correlation does not imply causation! Correlation does not imply causation!! Correlation does not imply causation!!!”

Correlation

"Correlation doesn't imply causation, but it does waggle its eyebrows suggestively and gesture furtively while mouthing 'look over there'."

“Correlation doesn’t imply causation, but it does waggle its eyebrows suggestively and gesture furtively while mouthing ‘look over there’.”

Abraço

As vezes é tudo que se precisa.Abraço

Um ano de Top of the Pops! na Top de novembro!

Mês de novembro!

Um ano de Top!

O lugar é o mesmo:

Rocker – Rua Augusta, 901

Dia 05 de novembro, a partir das 23h59.

Para colocar o nome na lista amiga e pagar 15 entrada ou 20 consuma, mande um email com seu nome para:

toppops.party@gmail.com

http://topofthepopsparty.wordpress.com/

@top_pops

Um Mar

Eram tardes de sol quando as tropas se reuniam nos arredores do porto.
Barcos a postos, as condições climáticas eram verificadas.
A operação não poderia ocorrer em temperaturas muito baixas nem sob águas escaldantes.
“Fará mal”, diziam os responsáveis.
O General se apresentava, geralmente já cansado e maltrapilho por conta das atividades anteriores.
Era ele o responsável pelo posicionamento das tropas e pelos planos de combate.
Era ele o primeiro a reagir diante dos monstros marinhos tão comuns por aqueles lados.
Era ele o único capaz de realizar as manobras decisivas, os ataques mais ousados.
Eram dele as melhores recompensas.
Os banhos de espuma, o banquete. A festa.
Levava uma vida chegada a natureza, nadando entre patos, cisnes, peixes e outros animais marinhos.
Adorava água.
Não a largava mesmo quando a pele começava a enrugar.
Não importava se estava quente ou fria.
Não fazia diferença se era lago ou cachoeira.
Sempre amou aquele mar, que ia até onde os horizontes de sua imaginação pudessem tocar.
Mesmo que só pudesse navegá-lo até a hora da janta.

And because Love battles

And because love battles
not only in its burning agricultures
but also in the mouth of men and women,
I will finish off by taking the path away
to those who between my chest and your fragrance
want to interpose their obscure plant.

About me, nothing worse
they will tell you, my love,
than what I told you.

I lived in the prairies
before I got to know you
and I did not wait love but I was
laying in wait for and I jumped on the rose.

What more can they tell you?
I am neither good nor bad but a man,
and they will then associate the danger
of my life, which you know
and which with your passion you shared.

And good, this danger
is danger of love, of complete love
for all life,
for all lives,
and if this love brings us
the death and the prisons,
I am sure that your big eyes,
as when I kiss them,
will then close with pride,
into double pride, love,
with your pride and my pride.

But to my ears they will come before
to wear down the tour
of the sweet and hard love which binds us,
and they will say: “The one
you love,
is not a woman for you,
Why do you love her? I think
you could find one more beautiful,
more serious, more deep,
more other, you understand me, look how she’s light,
and what a head she has,
and look at how she dresses,
and etcetera and etcetera”.

And I in these lines say:
Like this I want you, love,
love, Like this I love you,
as you dress
and how your hair lifts up
and how your mouth smiles,
light as the water
of the spring upon the pure stones,
Like this I love you, beloved.

To bread I do not ask to teach me
but only not to lack during every day of life.
I don’t know anything about light, from where
it comes nor where it goes,
I only want the light to light up,
I do not ask to the night
explanations,
I wait for it and it envelops me,
And so you, bread and light
And shadow are.

You came to my life
with what you were bringing,
made
of light and bread and shadow I expected you,
and Like this I need you,
Like this I love you,
and to those who want to hear tomorrow
that which I will not tell them, let them read it here,
and let them back off today because it is early
for these arguments.

Tomorrow we will only give them
a leaf of the tree of our love, a leaf
which will fall on the earth
like if it had been made by our lips
like a kiss which falls
from our invincible heights
to show the fire and the tenderness
of a true love.

Pablo Neruda


Lindo. Descobri vendo HIMYM.

Mais do mesmo

Sempre igual.
A falha encobre a torcida e a aceitação.
Com a tristeza, a descoberta dos vilões, o desmerecimento, a falta de condições, as críticas ferrenhas ao trabalho.
A verdade é que sempre fomos medíocres.
Medíocres cobertos pelas lentes de um ufanismo que nos dificulta a visão.
Ufanismo que elege nossos homens como os melhores guerreiros, como os mais qualificados. Que encobre suas falhas, enaltece suas forças e os coloca como representantes daquilo que sonhamos: a vitória.
A vitória de alguns que representa uma vitória simbólica da nação. Que eleva o pensamento, que encobre o sofrimento, que mascara os problemas e cria esperança para o futuro.
Não importa se ali não ganhamos nada.
Não torcemos (só) pelos dias não trabalhados, não torcemos pelo churrasco, pela cerveja.
Torcemos pela representação de uma glória apropriada.
Quando ganhamos, estamos todos juntos, somos milhões em ação.
Mas, quando cai o pano, apontamos na cara, ameaçamos de morte e corremos a identificar defeitos antes despercebidos ou irrelevantes.
Quem perdeu hoje não foi o Felipe Melo, o Dunga ou a Seleção.
Quem perdeu hoje foi o povo.
Mas, na verdade, perdemos não foi hoje.
Estamos perdendo e já faz tempo.

TOP of the POPS

Salve!

Um amigo meu organiza e toca numa festa nova, a TOP of the POPS.
É um som anos 80 e anos 90, bom pra caralho.
A edição desse mês vai ser dia 18/06, a partir das 23h30.
Audio Delicatessen » Rua Mourato Coelho, 651

Preço:
R$ 15,00 Entrada OU R$ 20,00 consumíveis COM nome na lista.

Quem quiser ir, pode mandar o nome pra mim que eu coloco na lista, até sexta a tarde.
(dcorsi@gmail.com)

Cheers!

Top of the Pops - Flyer

Momentos

As vezes, as coisas acontecem em momentos esquisitos.
São pequenos, por vezes passam despercebidos.
Pode ser um encontro, um telefonema, uma mensagem.
Fica a impressão de que algo não estava certo.
Uma vontade de voltar, perguntar: tá tudo bem?
As coisas estão sempre lá, mas são esses momentos que nos fazem dar atenção.
E a atenção muda tudo.
Deve-se sempre tratar as coisas com atenção, para que elas não passem despercebidas.

O retorno da arte

Guadalajara, 21 de junho de 1986.
Quando Júlio César chutou o quinto pênalty brasileiro na trave, selando a derrota do Brasil para a França na disputa de penais e fadando a seleção canarinho a uma insossa 5ª colocação, selava-se também o destino do futebol brasileiro pelos próximos 24 anos.
Claro, ganharíamos mais duas copas. Exportaríamos craques. Continuaríamos achando que somos os melhores boleiros do mundo. Mas aquela bola na trave, ao encerrar sem títulos a história da seleção de Telê, também encerrou a era da arte em nossos campos e nossas seleções.
Foram miseráveis momentos de derrota, como em 1990 com Lazaroni. Pragmáticos momentos de vitória com Parreira em 1994. Dolorosos momentos de derrota com Zagallo em 1998. Vitória da superação com Felipão em 2002. Derrota do pragmatismo com parreira em 2006.
O futebol-arte?
Ficou pra história.
De alguma forma, aquela derrota (somada a de 1982) fez com que o gosto do brasileiro por vitórias superasse a vontade de ver o futebol bem jogado, as jogadas espertas, as fintas fantásticas, a busca incessante pelo gol.
Não havia mais espaço para times que buscavam o gol a qualquer custo, placares cheios de gols, dribles desconcertantes.
Nossos craques que brilhem lá fora.
Nosso time precisa ganhar. Nossa seleção precisa ganhar.
A qualquer custo.
Sim, em alguns momentos apareceriam grandes times para tirar nossas cabeças do marasmo.
Ou alguém consegue se esquecer do palmeiras de 1996?
Mas sempre foram ondas passageiras. Times que se formavam e se esvaiam antes que se pudesse decorar a formação.
Mas ontem, aos 49 minutos de segundo tempo de jogo no estádio do pacaembu, o Brasil se permitiu novamente sonhar.
Sonhar que um time que joga pra frente, com um futebol objetivo, passes precisos, dribles desconcertantes e vocação para goleadas possa ser campeão.
Ganso e Neymar carregam hoje mais do que a taça e a faixa de campeões paulista.
Carregam a esperança em novos rumos. A esperança que reside no fundo de cada brasileiro que o futebol ainda pode ser bonito, ousado, vibrante e, porque não, campeão.
Não a toa, gregos e troianos, palmeirenses e corinthianos se juntam aos clamores pela dupla na seleção.
Querem que com eles vá a esperança de uma geração, o sonho, a arte.

Poderá Dunga, símbolo e capitão da velha geração, abrir as portas para o futuro?

A nós, resta torcer.

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